

O que sabe da vida ?, o que sabe do amor?, o que sabe do que é viver de verdade?, alguém que nem ao menos sabe se continua ou se desisti no meio do caminho, alguém que evita de todas as maneiras que qualquer coisa de boa ou ruim aconteça em sua vida, alguém que tem mais medo do que coragem, alguém que não acredita em nada, não confia nas pessoas, não arrisca tentar, que se esconde na seu próprio mundo de escuridão e solidão, alguém que tem medo de amar, de sentir dor, de sofrer, que tem medo de ser feliz apenas por medo de sofrer, apenas por causa desse seu medo. Esse medo que te assombra todos os dias, e entrou no seu peito como um veneno infectando cada pedacinho de bondade, amor e coragem que existia dentro de si, fazendo com que esqueça todas as coisas boas que existem, todas as coisas boas que te faziam sorrir, que te fazia seguir em frente, que te dava coragem de arriscar algo novo, sem medo de errar, sem medo de se machucar e de tanto arriscar, de tanto tentar, de tanto quebrar a cara, de tanto acabar se machucando, de acabar sofrendo, a dor foi se apoderando no seu peito, deixando de lado toda fé, e esperança que tinha colocado em seu peito, toda parte boa que tinha acontecido antes de sofrer, antes dessa dor, foi tudo apagado, cada segundo que passa-se seu objetivo era não sentir aquilo de novo, fazendo assim com que as pessoas se afastassem de si , que não a queiram por perto, mais a unica consequência que isso trouxe é a solidão, e mais dor de não ter ninguém para quem confiar, ninguém para quem compartilha o que ta sentindo. Esse muro no qual se esconde, no qual criou apenas por medo de que as pessoas possam fazer, do que possam dizer, que possam te criticar, por medo que as pessoas a façam sofrer, mais em vez disso , se isolou atras desse muro, sozinha e mesmo que tenta-se esquecer, fazia questão de lembrar sempre para não poder deixa que aconteça novamente, fazendo apenas com que sofra cada vez mais com seu passado, vivendo a consequência do seu passado cada segundo do seu presente, sofrendo com esse medo. — Laísa Carvalho ,rupturas